sexta-feira, novembro 9

Fira de Manresa - Catalunha 2004

Já se passaram 3 anos desde que estas imagens foram fixadas
Foram bons tempos vividos ao ritmo veloz dos caballittos.
Palavras... para quê?
Estes registos são de 3 espectáculos diferentes, uns franceses, uns espanhóis
e o tipo do trompete pertence aos Taraf que aqueceram e bem
o Fig de 05.
inesquecivel
Tenho mais registos, ficam para depois.
Se quiserem saber mais deste festival tá aqui o site:




















terça-feira, outubro 23

Série: Pessoas


A Pintar



Ao telefone



Na Venda



A Observar


quarta-feira, outubro 10

"Se essa rua fosse minha"


"Spirits"

Porto 2007


quem eu por lá encontrei


naquela rua


onde por lá passei

http://www.festivalplanob.com/



terça-feira, outubro 9

festival sons do mundo


Vai valer a pena ir até Portalegre ouvir o Blues.





Ali Farka

o blues tem muito de improviso e eu acredito que o improviso tem muito de blues
por isso...
Uma Partilha


Fotos tiradas em monsanto no auditório Alfredo keil no ano de 2005

Um dos últimos concertos do Ali.
lá em baixo tá uma intro em video feita entre a distância do palco, o som e a viagem.





















“au revouir”






Ali Farka Toure

Um extracto do documentário realizado por Martin Scorsese "The Blues - A Musical Journey" que tal como o nome indica é uma viagem ao encontro deste género. Este pedaço delicioso retrata a ancestralidade do blues na figura impar de Ali farka, num momento que expressa bem o poder da linguagem musical numa relação inata, livre e cheia de simplicidade.

http://br.youtube.com/watch?v=y5Nem-PNHLY

quarta-feira, outubro 3

Encontros à música experimental


Acho que esta é uma exelente proposta para aquecer as noites que começam a arrefecer. Já estive presente em 3 edições e nota-se uma melhoria significativa na programação deste evento. Aqui podemos encontrar o puro experimentalismo musical ligado a um espaço histórico repleto de magia e dotado de uma boa acústica para o efeito. Passem por lá...pela experiência.
A música merece.
mais informações: http://www.emefestival.org/

domingo, setembro 30

blogar

postar ou não postar eis a questão?

por vezes dou por mim a pensar para quê o blog?

partilha?

um blog vale aquilo que vale.

no fundo... vale o que queremos.
vale?
para onde caminha o blog?

importa?
preciso de uma planta.

a pintura do céu


por entre pinceladas imaginárias o vento mistura-se com as nuvens e procura aconchego no calor do crepúsculo, daí resulta a obra efémera .







janela para a submersão


entrar através da passagem sem pensar?

quinta-feira, março 1


Nos reflexos por vezes consegue-se ver outras realidades que não são mais que a própria realidade distorcida.
È nesse exercício de observação que muitas das vezes sentimos o apelo à imaginação.

Estas imagens foram todas tiradas na ria formosa.




















sexta-feira, fevereiro 23

A4_no_Sol.AVI

A banda A4 no Sol mói o Pai um bar divergente em Pinhal Novo. Uma banda de couvers que explora o género jazz, os A4 tem um som bem vincado que viaja pelas diferentes ligações jazzisticas e preenchem essa viagem com boa dinâmica em termos ritmicos e com a exelência de uma voz protagonizada pela Berta Azevedo, que nos faz despertar para outros vôos. Bons momentos ao som dos A4. Até breve.

segunda-feira, fevereiro 12

terça-feira, janeiro 9

terça-feira, novembro 28













Alentejo um apenas infinito espaço

domingo, novembro 26

Foi-se o primeiro surrealista português


Faz-me o favor...

Faz-me o favor de não dizer absolutamente nada!
Supor o que dirá
Tua boca velada
É ouvir-te já.

É ouvir-te melhor
Do que o dirias.
O que és nao vem à flor
Das caras e dos dias.

Tu és melhor -- muito melhor!
Do que tu. Não digas nada. Sê
Alma do corpo nu
Que do espelho se vê.

Mario Cesariny

sexta-feira, novembro 24





“Foi um homem fora do seu tempo. Um homem do Renascimento que, por qualquer razão, apareceu no século XX”, observou Manuel Freire que, no liceu, estudou num Compêndio de Física e Química de Rómulo de Carvalho.

“António Gedeão ganhou força e ‘saiu’ quando Rómulo de Carvalho já tinha 50 anos”, recordou, referindo-se a ‘Movimento Perpétuo’, o primeiro livro de poemas de Gedeão, lançado em 1956, aos 50 anos.

Os seus primeiros poemas datam, no entanto, de 1911. Seis anos depois, com onze de idade, quis continuar ‘Os Lusíadas’ e publicou sete estrofes do Canto XI no jornal ‘Notícias d’Évora’.

Manuel Freire guarda boas recordações do poeta e cientista, “uma pessoa gentil” que, no entanto, “intimidava um bocadinho. Falava sempre com um ar severo e sério, tanto nas aulas como a conversar”




António Gedeão



Nascimento: 1906 Lisboa
Morte: 1997
País: Portugal



Poema do ser inóspito

No cubículo estreito onde a criança
dorme no homem como um ser inóspito,
duplas são as paredes e, na boca,
uva de moscatel, acaime de aço.
Dorme, crainça, dorme.
Não deixes ficar mal os que acreditam
no mito da inocência.
Dorme, e espera que os homens se aniquilem
enquanto dormes.
Reduz-te a imaginar como serão as flores,
os insectos, as pedras, as estrelas,
e tudo quanto é belo e se reflecte
nos olhos das crianças.
Imagina um luar que cresce e aquece
e faz da tua carne flor de loiça.
Orquídea branca que o calor não cresta.
Imagina, imagina.
Mas, sobretudo, dorme.

1983


Dados biográficos:

Poeta, professor e historiador da ciência portuguesa. António Gedeão, pseudónimo de Rómulo de Carvalho, concluiu, no Porto, o curso de Ciências Físico-Químicas, exercendo depois a actividade de docente. Teve um papel importante na divulgação de temas científicos, colaborando em revistas da especialidade e organizando obras no campo da história das ciências e das instituições, como A Actividade Pedagógica da Academia das Ciências de Lisboa nos Séculos XVIII e XIX. Publicou ainda outros estudos, como História da Fundação do Colégio Real dos Nobres de Lisboa (1959), O Sentido Científico em Bocage (1965) e Relações entre Portugal e a Rússia no Século XVIII (1979).
Revelou-se como poeta apenas em 1956, com a obra Movimento Perpétuo. A esta viriam juntar-se outras obras, como Teatro do Mundo (1958), Máquina de Fogo (1961), Poema para Galileu (1964), Linhas de Força (1967) e ainda Poemas Póstumos (1983) e Novos Poemas Póstumos (1990). Na sua poesia, reunida também em Poesias Completas (1964), as fontes de inspiração são heterogéneas e equilibradas de modo original pelo homem que, com um rigor científico, nos comunica o sofrimento alheio, ou a constatação da solidão humana, muitas vezes com surpreendente ironia. Alguns dos seus textos poéticos foram aproveitados para músicas de intervenção.
Em 1963 publicou a peça de teatro RTX 78/24 (1963) e dez anos depois a sua primeira obra de ficção, A Poltrona e Outras Novelas (1973). Na data do seu nonagésimo aniversário, António Gedeão foi alvo de uma homenagem nacional, tendo sido condecorado com a Grã-Cruz da Ordem de Sant'iago de Espada.


"...Eu tenho sobre a história uma ideia que está longe de ser a mais frequente. Penso que, quem faz a história, não é o governo de uma nação. Sou eu, a vizinha do andar do lado e o merceeiro que está estabelecido com loja na esquina da rua. É o par de namorados que passa de lambreta ou o operário que vai para a oficina com a malinha do almoço. É o poeta, é o pensador, é o cientista, é tudo, toda a gente, a que sai e a que fica em casa, todos, todos, excepto os que compõem o governo. Esses só têm uma atitude permanente, que é a de, atónitos, solucionarem, ou verdadeiramente ou falsamente, os problemas que lhes são impostos..."

Ainda e acerca destas imagens

O Improviso pelo improviso

A chuva que passa e que cai transforma a terra, revelando o espectáculo inolvidável das poças que se amontoam. Os vidros humedecem com a chuva que os fustiga incessantemente. De repente um alienado irrompe pelo horizonte anunciando um fim apocalíptico, enquanto um caracol indulgente ignora o inusitado cataclismo. Algo que nos salva: a água! Pura e cristalina, capaz de transformar um areal em explosão de cor “caleidoscópica”! Sem falsos destinos, continuamos, neste mundo cada vez mais global, unidos pelo saber e pelo olhar, como um conjunto de caricas entrelaçadas!

ZaraJorge

sexta-feira, novembro 17

A PALAVRA DAS 999 QUE VALEM UMA IMAGEM





Poça



Reflex



Hacker




Caracol



Agua




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Areal




É




Caricas

terça-feira, outubro 17

segunda-feira, outubro 16

Andaluzia

A Andaluzia em espanha sempre me fascinou, pelas cores, pelos aromas, pelas planicies que permitem voar com os olhos até á imensidão. A Andaluzia é o nosso Alentejo e vice-versa, a quantidade de proximidades é algo de impressionante, pela história, pela gastronomia, a fisionomia, etc. Esta recolha de imagens são pedaços de muitas imagens feitas pelas terras andaluzas, principalmente pelas suas capitais: Sevilha, Córdoba e Granada, espero que gostem. O próximo post vai para o meu Alentejo.

segunda-feira, setembro 25


Agostinho da Silva



Filosofo, poeta, novelista, tradutor, critico literário, são estas as muitas caras de Agostinho da Silva , uma figura ímpar que marcou vivamente a cultura luso-brasileira durante a sua passagem pela vida. No dia 13 de Fevereiro de 2006 Agostinho da Silva fazia 100 anos de vida, a propósito desta efeméride, um rol de iniciativas têm sido feitas durante o ano de 2006 para assinalar todo o trajecto e a obra que este homem de espírito livre, inconformista e original em todos os domínios nos deixou.


“ Em conformidade, e na linha de Luís de Camões, padre António Vieira, Fernando pessoa e Jaime cortesão, intuiu a superior vocação da cultura portuguesa, brasileira e lusófona como a de oferecer ao mundo o seu espírito fraterno e universalista, contribuindo para a criação de uma comunidade ético-espiritual mundial onde se transcendam e harmonizem as diferenças nacionais, culturais, politicas e religiosa.”
“Pensador do terceiro milénio, é hoje referência incontornável da cultura lusófona e do debate de ideias que, num ciclo conturbado da civilização, pode promover um novo renascimento integral e planetário.”


Paulo Borges
Presidente da Associação Agostinho da Silva


Até dia 30 de Setembro está patente na biblioteca de Pinhal Novo uma exposição foto biográfica intitulada “Pensamento e acção” e no dia 30 de Setembro vai-se realizar uma conferência: “ O Pensamento da Agostinho da Silva “ pelas 15h00 no auditório da biblioteca. Em conjunto com esta iniciativa está a decorrer ás 6ªs e Sábados no espaço áudiovideo a projecção do documentário “ Um pensamento vivo” realizado por João Rodrigo Mattos e a série de encontros televisivos intitulada “Conversas vadias” onde o professor foi confrontado com personalidades conhecidas da nossa praça como por exemplo: Miguel Esteves Cardoso, Herman José, Batista Bastos, entre outros.



Obras
Sentido histórico das civilizações clássicas, 1929; A religião grega, 1930; Glosas, 1934; Sete cartas a um jovem filósofo, 1945; Diário de Alcestes, 1945; Moisés e outras páginas bíblicas, 1945; Reflexão, 1957; Um Fernando Pessoa, 1959; As aproximações, 1960; Educação de Portugal, 1989; Do Agostinho em torno do Pessoa; Dispersos, 1988.

Bibliografia
António Quadros, Introdução à Filosofia da História, Lisboa, 1982.


http://www.ese.ips.pt/ese/destaques/agsilva/bibliografia.htm

sexta-feira, setembro 15

XI Concurso de Música Moderna 2006





Como se sabe o Concurso de Música do Concelho de Palmela já vai na XI edição e já levou muitos nomes a desfilar pelo palco da velhinha S.F.U.A., alguns singraram nestas andanças outros tentaram (pelo menos). Este concurso é uma teimosia que sempre se interessou por mostrar aquilo que se faz em termos musicais no nosso país com um relevo especial pelos projectos que nascem no Concelho de Palmela. O Concurso em tempos esteve agregado ao Mês da juventude intitulado "Março a partir" mas desde o ano anterior quando fez 10 anos (é obra) soltou-se das amarras do "Março" que presenteia muitas actividades, além da música, e surge agora com um espaço próprio á espera de ganhar o destaque necessário e merecido, pelos projectos participantes e pelo o apoio dado á música feita no nosso burgo. Actualmente é dos mais antigos concursos feitos em Portugal,talvez por isso merece por parte de todos aqueles que gostam de música e de saber como andam os projectos das bandas portuguesas, um apoio constante e uma sempre maior adesão no apoio aos projectos, principalmente durante as suas actuações ao vivo ( e a cores). Á que destacar também a "tentativa" de ir introduzindo no concurso novas linguagens e novas receitas de ligação entre as bandas e o público, a exemplo disso existe a utilização da multimédia in loco e a transmissão via internet durante as eliminatórias e a final.
Acho que vale a pena Ligarmos á música mesmo que seja a encolher os ombros.


Ficam aqui alguns momentos do ano passado